sem nóias.




9.2.09

Ludy diz:
com certeza.. e as vezes o outro se faz de indisponivel pra ser "difícil" +++ Comentários ++ cin + 10:12
5.2.09

(21:24) liv: ah, acho q qndo procuramos, sempre achamos alguem "errado"....e tentamos crer q eh a pessoa certa
(21:25) liv: a boa eh qndo surge do nd...sem expectativas... +++ Comentários ++ cin + 01:31
20.1.09

2008/2009

Primeiro reveillon aqui em casa.
Mamãe no cruzeiro por 15 dias.
Casa vazia.
Comissão de reveillon: Pamina, Nats e eu.
Lentilha com carne ou sem carne?
Itaipava 0,95 centavos.
Sendas, Carrefour, Extra, Prezunic.
Salton Brut.
Homem morto na porta de casa.
Mousse de salmão, camarão e ervas finas.
Toquinhas.
Pasta de grão de bico e beringela.
Pão & etc.
Ricota ou queijo minas?
Chocotone.
O dia.
Bolas intermináveis.
luz negra.

continua... +++ Comentários ++ cin + 00:17
19.1.09




paliativo.wordpress.com

+++ Comentários ++ cin + 23:45
21.9.08

como se a cada dia, recebesse parte de uma dose anestésica. vagando do inconformismo para a compreensão. não do fato em si, de algo maior. +++ Comentários ++ cin + 22:08
1.8.08

livre... livre... +++ Comentários ++ cin + 10:35
29.5.08

sitio
eu no onibus
jogador carregado e machucado
mãe puta com namorado
passarinhos e pombo mortos
gatinho morto no fundo da piscina
rede de limpar sujeira
jacaré perseguidor
mãe nadadora
O único animal perigoso continuava vivo...
+++ Comentários ++ cin + 16:01
7.5.08

- Transferido para um post mais adequado - +++ Comentários ++ cin + 22:26
5.5.08


E o amor prevalece mais uma vez...
Chega de sabotar a si próprio!
+++ Comentários ++ cin + 09:17
2.5.08

20080430 +++ Comentários ++ cin + 17:10
29.4.08

1 dia.
Quero desaprender a contar.
Quero perder a noção do tempo.
Quero nunca mais lembrar.

00:00. +++ Comentários ++ cin + 00:00
23.4.08

Estou passando por uma fase lesbiana total. Dois dias vendo filmes lésbico-romanticos, dentro de casa, trancada em meu quartinho, só saindo pra ir ao banheiro e me alimentar.

Pequena lista do que vem me entretendo nesse período:
Fingersmith - Sue éuma ladra que vê em Maud, uma jovem rica, a oportunidade de ganhar um trocado, mas acaba ganhando muito mais do que isso.
Tipping the Velvet - Fascinada por uma atriz que interpreta rapazes, Nancy aos poucos descobre o porque de não se sentir tão à vontade com seu namorado, Freddy.
Loving Annabelle - Professora e aluna se descobrem apaixonadas uma pela outra.

Todo esse amor, romantismo e etc me fizeram lembrar do primeiro momento em que eu tive certeza de que não conseguiria fugir desse meu destino, e que deveria encará-lo de uma vez por todas.

Vamos lá. Tudo começou logo após o natal de 2002, quando eu, minha mãe e padrasto, fomos pra Cabo Frio, passar a virada do ano lá. Eu, já fazia um bom tempo, vinha me questionando sobre a minha sexualidade, já tinha entendido que o sentimento que eu nutria por determinadas meninas não era só uma enorme vontade de virar melhor amiga, era algo a mais. Já tinha sacado tudo, mas o medo de desapontar a minha família era maior, e eu sufocava essa vontade até aonde podia. Noites acordada, lutando contra aquele sentimento, chorando, pensando "mas eu nem experimentei, e nem vou experimentar, pela minha mãe, nunca irei além!". E eu cheguei a pensar que realmente, nunca ia passar de uma vontade contida.

Bem, já em Cabo Frio, no condomínio, não tinha muito que fazer, não conhecia ninguém e pra falar a verdade nem queria, não queria nem ter viajado. Até que a vizinha veio apresentar a sobrinha, que estava de férias na casa dela, e também, muito sozinha. Foi quando a vi, só uma vez naquele dia, o suficiente pra minha imaginação ir a mil. Loira, pele clara rosada, cabelos cacheados e presos, olhos azuis, sardinhas no rosto que davam um ar de algo que eu não consigo descrever, acho que não existe uma palavra exata. Ela era linda.

No dia seguinte viramos melhores amigas. Aonde ela ia eu ia atrás, na praia, no canal, qualquer passeio, lá estávamos, as duas, não tão juntas como em meus pré-sonhos, mas inseparáveis. E foi em um desses passeios que eu percebi que não iria conseguir me conter pra sempre. Estávamos em Búzios, caminhando pela Rua das Pedras, que por sinal estava lotada, e por isso tínhamos que andar uma atrás da outra. Foi nesse momento, ela na minha frente, caminhando, que eu vi. Aquele ombro pintado por pequenas sardas, aquelas costas, eu queria tocar, queria beijar, queria puxar para mim. Na minha imaginação havia feito mil vezes, e quase me peguei fazendo ali, na Rua das Pedras, em frente a todos. Mas não o fiz. Seria loucura demais. Mas como eu poderia ignorar essa vontade quase arrebatadora?

Depois daquele dia, ao invés de nos aproximarmos, nos distanciamos. Eu não iria me declarar, o que ela iria pensar de mim? Preferi não arriscar, sabia que não iria dar em boa coisa. Passado o reveillon, voltei para casa e ela ficou lá, nos despedimos e foi isso. Nunca mais a vi, não pessoalmente. Mas aquela caminhada foi o suficiente para eu me dar conta de que não conseguiria negar para sempre. Não havia como negar algo que em mim era tão natural. E a partir dai eu decidi que não iria mais resistir.

Segue no link ao lado a continuação dessa história, que eu escrevi em 24/08/2003: Primeiro Relato - Vítima: Kemi
+++ Comentários ++ cin + 22:54
20.4.08

Como a gente caracteriza um tempo desperdiçado? A partir do momento que temos que recomeçar, do zero, o que passou foi um desperdicio ou um aprendizado? +++ Comentários ++ cin + 11:23
19.4.08

Queria escrever no blog sobre amenidades... coisas pequenas... das últimas vezes que vim aqui foi pra desabafar e assim minhas lembranças ficam carregadas demais. Imagina ler esses últimos posts em alguns anos? Vou pensar "meu deus, que pessoa entristecida". Mais um post depressivo! Não, basta!

Recomeçando: vamos falar do que tenho feito ultimamente. Ontem lendo o blog, me veio uma súbita obsessão por novelas com personagens lésbicas. Senhora do Destino e Mulheres Apaixonadas. Eleonora e Jennifer, Clara e Rafaela. Na época não acompanhei fielmente, mas me deu aquela vontade enorme de assistir ao ler alguns posts antigos nos quais eu descrevia minhas reações ao ver os capítulos. MA é de 2003, o ano em que eu saí do armário. Enfim, todo esse interesse por novelas só podia acabar em um lugar: youtube. Da pra acreditar que alguma pessoa santa colocou lá mesmo, todas as cenas da Eleonora e Jennifer, numeradas? Que pessoa altruista! Pois então, 156 videos e a minha saga começou no video de número 1. A história do casal é bonita, duas jovens que se conhecem, descobrem que se amam e querem construir família (tipo a sorte do orkut). Estalinho pra lá, estalinho pra cá, algumas cenas fofas, bonitas de se ver e pronto. Alguma semelhança com a realidade? Melhor nem comentar. Pra quem tá acostumada as pegações de The L Word, com tudo bem explícito, a novela deixa a imaginação correr solta, e isso é muito bom. +++ Comentários ++ cin + 02:12
17.4.08

Será que eu sou daquele tipo que enfia as idéias na cabeça e, da noite pro dia as toma como verdades incontestáveis? Tenho pensado que sim. Mas também acredito que essa "idéia" não foi absorvida por acaso, na verdade, o que ocorreu foi o oposto, absolutamente. Ela, já havia um tempo, vinha continuamente martelando o meu inconsciente, porque da consciência, já tinha tomado posse. Eu queria tanto crer, que esse desejo foi se tornando real, não abruptamente, mas foi conquistando o seu espaço, que não é pequeno, aos poucos. E um dia eu me dei conta. O dia. A partir desse fatídico, quando eu finalmente me libertei das boas, e ruins, recordações que só me causavam dor, me senti completa, como a muito não me sentia. Porém, como tudo que é bom tende a durar tão pouco, obviamente, minha situação, assim não permaneceu. As mudanças que essa "idéia" implantou, vieram a transparecer no meu comportamento em geral, e aquela sensação de que eu não precisava de mais nada fez meu mundo começar a desmoronar, não da noite pro dia, mas sorrateiramente. E assim, como quase tudo que acontece paralelamente, em segundo plano, eu demorei a me dar conta. Quando finalmente consegui enxergar a situação que havia criado, já tinha sido engolida por ela. Por ingenuidade, acreditei que se me esforçasse mais, demonstrando a paixão que (me) possuía (imposta ou não, ela existia) de todas as maneiras que pudesse encontrar, resolveria essa crise. Ainda não tinha notado que todo esse amor era a causa do problema. Continuei levantando a bandeira de que os relacionamentos deveriam ser limpos, sem jogo, sem segredos, e, sem o mistério e o desconhecido dos quais toda relação depende para se manter viva, interessante. +++ Comentários ++ cin + 09:27

voltar ao topo